Altas Habilidades/Superdotação e a Inclusão Escolar

A Declaração de Salamanca (UNESCO & Ministério da Educação e Ciência da Espanha, 1994), veio influenciar as decisões políticas brasileiras junto ao Ministério da Educação no que diz respeito a debates sobre o conceito, indicadores, políticas sociais e à atenção educacional dispensada ao aluno com de necessidades educacionais especiais. Os movimentos sociais em prol dos direitos humanos ajudaram as pessoas com necessidades educacionais especiais a conquistarem o direito de plena participação social e, tais conquistas orientaram a reformulação de marcos legais para o sistema educacional. Um marco histórico neste sentido foi a Declaração dos Direitos Humanos de Viena (UNESCO, 1993) que trouxe o princípio da Diversidade, colocando o direito à igualdade no mesmo patamar do direito à diferença: “o reconhecimento da pluralidade de sujeitos portadores de direitos e de seus direitos específicos como parte integrante e indivisível da plataforma universal dos Direitos Humanos”(p.7). Introduziu-se, assim a Ética da Diversidade na implantação da política inclusiva, um desafio para a educação brasileira.

Consta da Declaração de Salamanca, entre outros, que:

“...cada criança tem características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagem que lhe são próprios”;

“os sistemas educativos devem ser projetados e os programas ampliados de modo que tenham em vista toda gama dessas diferentes características e necessidades”;

“os programas de estudo devem ser adaptados às necessidades das crianças e não o contrário, sendo que as que apresentam necessidades educativas especiais devem receber apoio adicional no programa regular de estudos, ao invés de seguir um programa de estudo diferente”;

“os administradores e os orientadores de estabelecimentos escolares devem ser convidados a criar procedimentos mais flexíveis de gestão, a remanejar recursos pedagógicos, diversificar as ações educativas, estabelecer relações com pais e a comunidade”;

“o corpo docente, e não cada professor, deverá partilhar a responsabilidade do ensino ministrado à criança com necessidades especiais”.

Este avanço do pensamento político em torno da educação inclusiva abre os horizontes das políticas educacionais, mas traz para à escola a difícil tarefa de romper com paradigmas tradicionais e propor ações mais amplas que estejam de acordo com as necessidades histórico-culturais da comunidade que a cerca. Esse rompimento é um processo longo que envolve desprendimento dos agentes educacionais no que se refere à mudança na forma de agir.

Na última década os conceitos de inclusão foram amplamente discutidos e claramente colocados em leis resoluções e pareceres (veja as leis em Gotti, 2004). No que diz respeito à educação inclusiva o Ministério da Educação implementou o Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade que visa disseminar a política de inclusão e apoiar o processo de construção e implementação de sistemas educacionais inclusivos nos municípios brasileiros. Tal projeto envolve o apoio às escolas para que estejam habilitadas a trabalhar com as diferenças e que possam envolver a comunidade na colaboração dessa prática. Para tanto é necessário que sejam oferecidos aos professores subsídios para que venham a desenvolver esta prática inclusiva.

Neste sentido, Mastiski (2004) argumenta que as políticas curriculares são espaços públicos de tomada de decisões que refletem ideologias e a dinâmica de movimentos sociais e, que os textos curriculares simbolizam o discurso oficial do Estado, legitimados pelos atores sociais que os colocam em prática, principalmente, os agentes educacionais. Assim, a autora sugere um amplo debate escolar no sentido de propor nova dimensão aos fundamentos e concepções do fazer pedagógico, com a finalidade de formar um currículo que acolham as diferenças presentes no contexto escolar. A autora sugere, ainda, que seja planejado em paralelo à reformulação curricular a formação continuada de professores no sentido de implementarem práticas pedagógicas que reflitam a diversidade de necessidades apresentadas pelos alunos em sala de aula. Mastiski (2004) argumenta que devem ser oferecidos subsídios que ampliem as possibilidades de reflexão e intervenção no fazer pedagógico uma vez que a inclusão começa em sala de aula:

Não importa o quão comprometido um governo possa ser com relação à inclusão; são as experiências cotidianas das crianças nas salas de aulas que definem a qualidade de sua participação e a gama total de experiências de aprendizagem oferecidas em uma escola. As formas através das quais as escolas promovem a inclusão e previnem a exclusão constituem o cerne da qualidade de viver e aprender experimentado por todas as crianças (Mittler, 2003, p. 139, apud Mastiski, 2004).

O Parecer CNE/CEB nº 17/2001, alerta para o fato de que os alunos superdotados e talentosos fazem parte das comunidades excluídas e que permanecem à margem do sistema educacional. Para o Conselho Nacional de Educação e a Câmara de Educação Básica (2001), esta população necessita de motivações específicas e não aceitam a rigidez curricular e aspectos do cotidiano escolar – “são tidos como trabalhosos e indisciplinados. Deixando de receber os serviços especiais de que necessitam, como por exemplo o enriquecimento e o aprofundamento curricular”.

Corroborando essa idéia Maia-Pinto (2002), afirma que uma constante preocupação para os educadores é a presença, em sala de aula, de crianças com características fora do padrão da classe. Quase sempre é um desafio para o professor trabalhar com esta criança. Para a autora, o professor logo percebe quando o aluno apresenta um rendimento abaixo da média da classe e, as ações para este fim são hoje bem divulgadas no ambiente escolar, havendo um certo consenso de que esta criança precisa de um atendimento extra ou de estratégias de ensino especiais que favoreçam o seu desenvolvimento.

Porém, alunos que apresentam um desempenho acima da média, se sobressaem em alguma área, têm uma grande motivação ou interesse, são criativos ou possuem habilidades de liderança, esses alunos, na maioria das vezes têm apenas o reconhecimento de “que é um ótimo aluno”, além de alguns mitos como a certeza de que este aluno terá um futuro brilhante (Alencar e Fleith, 2001).

No Brasil, a criança com necessidades especiais tem garantido por lei o seu acesso ao ensino regular, assim como a diferenciação curricular para casos específicos. As Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (Ministério da Educação, 2001) apresentam algumas vantagens do atendimento ao superdotado e uma política que valoriza o talento. De acordo com as Diretrizes, as altas habilidades/superdotação referem-se a alunos com “grande facilidade de aprendizagem que os leva a dominar rapidamente os conceitos, os procedimentos e as atitudes e que, por terem condições de aprofundar e enriquecer esses conteúdos devem receber desafios suplementares em classes comuns, em sala de recursos ou em outros espaços definidos pelos sistemas de ensino, inclusive para concluir, em menos tempo, a série ou etapa escolar.” (p. 39).

Com a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em 1996 – Lei nº 9.393 de 20 de dezembro de 1996 – e Plano Nacional de Educação em 2001, este atendimento foi reconhecido legalmente. Este reconhecimento está no Art. 24º que estabelece: “A educação básica, nos níveis fundamental e médio, será organizada de acordo com as seguintes regras comuns: (...) V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios: (...) c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado.” E no Art. 59 alerta que “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais: (...) II - terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados”.

Outros fundamentos legais estão nas Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, instituída pela Resolução nº 02 de 11 de setembro de 2001. Esta Resolução define, no Art. 3º, a Educação Especial como a modalidade de educação escolar “(...) assegura recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades dos educandos”; no Art. 5º, que considera “educandos com necessidades educacionais especiais os que, durante o processo educacional, apresentarem: (...) inciso III – altas habilidades/superdotação, grande facilidade de aprendizagem que os leve a dominar rapidamente conceitos, procedimentos e atitudes”, e, ainda, no Artigo 8º, que enfatiza que: “As escolas da rede regular de ensino devem prever e prover na organização de suas classes comuns: (...) serviços de apoio pedagógico especializado em salas de recursos, nas quais o professor especializado em educação especial realize a complementação ou suplementação curricular, utilizando procedimentos, equipamentos e materiais específicos”.

Neste sentido, a proposta de atendimento educacional para os alunos com altas habilidades/superdotação dos NAAH/S tem fundamento nos princípios filosóficos e ideológicos que embasam a educação inclusiva: valorizando a diversidade como elemento enriquecedor do desenvolvimento pessoal e social, promovendo o desenvolvimento de currículos amplos, flexíveis e abertos que possibilitem a aprendizagem e participação de todos; respeitando as diferentes formas de aprender e atendendo as necessidades educacionais de todos os alunos; garantindo a acessibilidade física e as comunicações; desenvolvendo um trabalho cooperativo entre os diversos segmentos que compõem a comunidade escolar.

Referências:

Conselho Nacional de Educação & Câmara de Educação Básica (2001).

Parecer CNE/CEB nº 17/2001. Brasília: CNE/CEB.

Gotti, M.O. (Org.) (2004). Direito à educação: subsídios para a gestão dos sistemas educacionais: orientações gerais e marcos legais. Brasília: MEC/SEEP.

Maia-Pinto, R.R. & Fleith, D.S. (2002). Percepção de professores sobre alunos superdotados. Estudos de Psicologia.

Maia-Pinto, R.R. (2002). Avaliação das práticas educacionais implementadas em um programa de atendimento a alunos superdotados e talentosos. Dissertação de Mestrado. Universidade de Brasília, Brasília.

Mastiski, A. C. R. (2004). Políticas públicas de inclusão educacional: desafios e perspectivas. Educar em Revista, 23, 185-202.

Ministério da Educação (2001). Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica - Resolução nº 02 de 11 de setembro de 2001.

Ministério da Educação. (1995). Diretrizes gerais para o atendimento educacional aos alunos portadores de altas habilidades/superdotação e talentos. Brasília: Secretaria de Educação Especial.

Ministério da Educação. (2004). Censo Escolar. Brasília:

MEC/INEP/SEEC. Wide Web: http://www.inep.gov.br

Mittler, Peter. Educação inclusiva.contextos sociais. Porto Alegre: Artmed, 2003.

UNESCO & Ministério da Educação e Ciência da Espanha (1994).

Declaração de Salamanca e linhas de ação sobre necessidades educativas especiais : acesso e qualidade. Brasília:

CORDE.

UNESCO (1993, julho). Declaração e Programa de Ação de Viena. Documento elaborado na Conferência Mundial sobre os Direitos Humanos de Viena.

Área da Superdotação/Altas Habilidades - SD/AH

Quem é o aluno com altas habilidades/superdotação?

Embora ainda não exista uma definição universal de altas habilidades/superdotação, inúmeras pesquisas têm sido realizadas com o intuito de dar respostas a questões ligadas à definição de superdotação. Tanto que a literatura especializada é rica quanto às citações de diferentes autores. Dentre elas, cita-se as seguintes:

A Política Nacional de Educação Especial do Ministério da Educação / Secretaria de Educação Especial (1994) adota o conceito de Marland, que define como pessoas – crianças e adultos com altas habilidades / superdotação as que apresentam desempenho acima da média ou elevada potencialidade em qualquer dos seguintes aspectos, isolados ou combinados: capacidade intelectual geral; aptidão acadêmica específica; pensamento criativo ou produtivo; capacidade de liderança; talento especial para artes e capacidade psicomotora.

Uma conceituação atualmente aceita por vários autores sobre o que seja a pessoa superdotada é a de Renzulli, no seu Modelo dos Três Anéis.

Segundo este pesquisador, o comportamento superdotado consiste na interação entre os três grupamentos básicos dos traços humanos: habilidades gerais e/ou específicas acima da média, elevados níveis de comprometimento com a tarefa e elevados níveis de criatividade.

Habilidade acima da média: referem-se aos comportamentos observados, relatados ou demonstrados que confirmariam a expressão de traços consistentemente superiores em qualquer campo do saber ou do fazer. Assim, tais traços apareceriam com freqüência e duração no repertório de uma pessoa, de tal forma que seriam percebidos em repetidas situações e mantidos ao longo de períodos de tempo.

Criatividade: são os comportamentos visíveis por intermédio da demonstração de traços criativos no fazer e no pensar, expressos em diferentes linguagens, tais como: falada, gestual, plástica, teatral, matemática, musical, filosóficas ou outras.

Envolvimento com a tarefa: relacionam-se aos comportamentos observáveis por meio de expressivo nível de interesse, motivação e empenho pessoal nas tarefas que realiza.

Um dos aspectos que Renzulli dá ênfase em sua concepção é o motivacional. Esse aspecto inclui uma série de traços, como: perseverança, dedicação, esforço, autoconfiança e uma crença na sua própria habilidade de desenvolver um trabalho importante.

 

Qual a origem das altas habilidades/superdotação?

Como na grande maioria das demais áreas da vida humana, a discussão científica sobre o talento tem sido permeada por defesas da herança biológica e da estimulação ambiental. Da mesma forma que nos demais casos, é muito difícil poder apontar com exatidão quanto de determinação cabe a um e a outro. Entretanto, pode-se afirmar, com razoável segurança, que ambos contribuem para o processo de desenvolvimento de uma pessoa dotada de altas habilidades/superdotação, e que um ambiente estimulador favorece a manifestação de suas características.

 

Quais os tipos de alunos com altas habilidades/superdotação?

Dos tipos mencionados na literatura, destacam-se os seguintes:

 

Tipo Intelectual - apresenta flexibilidade, fluência de pensamento, capacidade de pensamento abstrato para fazer associações, produção ideativa, rapidez do pensamento, compreensão e memória elevadas, capacidade de resolver e lidar com problemas.

Tipo Acadêmico - evidencia aptidão acadêmica específica, de atenção, de concentração; rapidez de aprendizagem, boa memória, gosto e motivação pelas disciplinas acadêmicas de seu interesse; habilidade para avaliar, sintetizar e organizar o conhecimento; capacidade de produção acadêmica.

Tipo Criativo - relaciona-se às seguintes características: originalidade, imaginação, capacidade para resolver problemas de forma diferente e inovadora, sensibilidade para as situações ambientais, podendo reagir e produzir diferentemente, e até de modo extravagante; sentimento de desafio diante da desordem de fatos; facilidade de auto-expressão, fluência e flexibilidade.

Tipo Social - revela capacidade de liderança e caracteriza-se por demonstrar sensibilidade interpessoal, atitude cooperativa, sociabilidade expressiva, habilidade de trato com pessoas diversas e grupos para estabelecer relações sociais, percepção acurada das situações de grupo, capacidade para resolver situações sociais complexas, alto poder de persuasão e de influência no grupo.

Tipo Talento Especial - pode-se destacar tanto na área das artes plásticas, musicais, como dramáticas, literárias ou técnicas, evidenciando habilidades especiais para essas atividades e alto desempenho.

Tipo Psicomotor - destaca-se por apresentar habilidade e interesse pelas atividades psicomotoras, evidenciando desempenho fora do comum em velocidade, agilidade de movimentos, força, resistência, controle e coordenação motora.

 

Esses tipos são desse modo considerados nas classificações internacionais, podendo haver várias combinações entre eles e, inclusive, o aparecimento de outros tipos, ligados a talentos de mais habilidades (MEC,SEESP, 2002).

 

Quais as características mais comuns do alunado que apresenta altas habilidades/superdotação?

Suas características variam, mesmo porque cada um apresenta perfil diferenciado, de pensar, de aprender, de agir e de desenvolver seu potencial.

Entretanto, há um elenco de características consideradas universalmente, como:

Curiosidade e vivacidade mental;

Motivação interna;

Persistência na área de seu talento;

Facilidade de compreensão e percepção da realidade;

Capacidade de resolver problemas;

Energia;

Habilidade em assumir riscos;

Sensibilidade;

Pensamento original e divergente;

Conduta criativa.

Nem todos apresentam as mesmas características, visto que elas podem variar em grau de intensidade e na forma de sistematizar os comportamentos.

 

Como identificar as altas habilidades/superdotação?

O propósito principal da identificação, jamais deve ser o de rotular, mas sim motivo para estabelecer uma ação pedagógica adequada, que venha ao encontro das necessidades educacionais, sociais e emocionais dos alunos e esteja expressa no projeto político pedagógico da escola.

 

Há duas linhas direcionais levando à identificação:

Uma através de medidas estandardizadas, apoiadas em um critério fixo, ou ponto de demarcação, indicando o limite mínimo de produção que deve ser alcançado, antes que seja reconhecida a existência de talento;

Outra, ao contrário, desenhando um processo de identificação ao longo de uma dimensão de tempo, baseado na seqüência de acontecimentos naturais do dia-a-dia, orientado pela observação contínua, direta e cuidadosa, nas mais diversas situações de ação, produção, posição e desempenho nas quais as crianças estiverem envolvidas.(GUENTHER,2000)

Contudo, é importante destacar que reconhecer crianças como superdotadas não significa predizer um futuro brilhante para elas. Pessoas que alcançaram a notoriedade só o conseguiram após muitos anos de dedicação e esforço na mesma área, com apoio e estímulo, alto grau de criatividade, além de enfrentar a concorrência no campo de atuação.

 

Existe amparo legal para o atendimento ao superdotado?

Dentre os documentos legais existentes sobre esta temática, podemos destacar:

 

LDBEN nº 9394/96

RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 02/2001

DELIBERAÇÃO Nº02/03 – CEE

 

Quais as alternativas para o atendimento ao superdotado?

Segundo as diretrizes básicas traçadas pelo Ministério de Educação – MEC, no Brasil, as alternativas utilizadas são: enriquecimento curricular e aceleração, ou as duas combinadas. Tanto uma quanto a outra devem estar de acordo com as características da escola e adequadas à realidade do aluno.

 

O que pode fazer o professor pelo aluno superdotado?

É importante apontar que nenhum professor necessita apresentar altas habilidades para ensinar alunos que as apresentam.

 

O que compete ao professor é a identificação das áreas de altas habilidades do aluno, observando como estas estão sendo utilizadas no contexto escolar, e planejando as atividades de ensino de forma a promover o crescimento de acordo com o ritmo, as possibilidades, interesses e necessidades do educando.

Toda ação pedagógica utilizada com o superdotado pode ser utilizada com qualquer aluno. Considerações como estas, NOVAES (1981) em seu artigo “Benefícios da Educação do Superdotado Extensivo a Todos”, chama atenção para o fato de que propostas de enriquecimento curricular e estratégias tem sido também aproveitados em situações de aprendizagem com alunos não necessariamente superdotados.

 

Qual o papel da Educação Especial no que se refere ao aluno com altas habilidades/superdotação?

A Educação Especial deve atuar na relação pedagógica para assegurar respostas educacionais de qualidade às necessidades especiais do aluno com altas habilidades/superdotação, por meio de serviços, recursos e metodologias em todas as etapas ou modalidades da Educação Básica, que dela necessitarem para o seu sucesso escolar.

 

Dicas

O que mais posso ler sobre este tema?

ALENCAR, E.M.L.S. Como desenvolver o potencial criador. Petrópolis: Vozes, 1991.

ALENCAR, E.M.L.S. Perspectivas e desafios da educação do superdotado. Tendências e desafios da educação especial (p.104–124). Brasília: SEESP, 1994.

ALENCAR, E.M.L.S. O processo de criatividade: produção de idéias e técnicas criativas. São Paulo: Makron, 2000.

ALENCAR, E.M.L.S. & FLEITH, D. S. Superdotação: determinantes, educação e ajustamento. São Paulo: EPU, 2001.

ARMSTRONG, Thomas. Inteligências múltiplas na sala de aula. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2001.

COSTA, A C. G. C. Tempo de servir: o protagonismo juvenil passo a passo: um guia para o educador. Belo Horizonte: Universidade, 2001.

FREEMAN, J. & GUENTHER, Z. C. Educando os mais capazes, São Paulo: EPU, 2000.

GARDNER, Howard , Inteligências múltiplas – Um conceito reformulado. São Paulo: Objetiva, 2000.

GUENTHER, Z. C. Desenvolver capacidades e talentos. Um conceito de inclusão. Petrópolis: Vozes, 2000.

GUENTHER, Z. C. Educando o ser humano: uma abordagem da psicologia humanista. São Paulo: Mercado de Letras, 1997.

RAMOS, Cosete. O despertar do gênio – Aprendendo com o cérebro inteiro. Rio de Janeiro: Qualitymark Editora, 2002.

STERNBERG, R. J. Inteligência plena: ensinando e incentivando a aprendizagem e realização dos alunos. Porto Alegre: Artmed, 2003.

WINNER, E. Crianças superdotadas. Mitos e realidades. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1998.

 

Que filmes posso assistir sobre o tema?

Mentes que brilham

Lances inocentes

Gênio Indomável

Uma mente Brilhante

Sociedade dos Poetas Mortos

Prenda-me se for capaz

Encontrando Forrester

Amadeus

Brilhante

Hackers-Piratas de Computador

Código para o Inferno

 

Endereços eletrônicos

www.possibilidades.com.br

www.intelliwise.com.br

www.talentocriativo.com.br

www.profissaomestre.com.br

www.edukbr.com.br

www.pedagobrasil.com.br

www.ufsm/ce/revista.com.br

 

Responsáveis pela área de Altas Habilidades/Superdotação:

Joana Schiliam Ferraz

Débora Tanus Kreling

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Comentarios: 110

  • #1

    Marcia Maria (jueves, 16 octubre 2008 09:26)

    Parabéns pela informação. Gostaria de receber mais materiais sobre altas habilidades.

  • #2

    susam alves (domingo, 26 octubre 2008 17:37)

    Boa noite;
    Estou fazendo um projeto sobre crianças com altas habilidades e gostaria de receber assuntos referentes sobre este assunto.
    Muito obrigada susam

  • #3

    danyllo faria (domingo, 02 noviembre 2008 17:20)

    boa noite
    fui no neurologista e falei pra ele que a minha professora de musica no colegio falo que eu posso
    ter uma alto abilidade em musica e que eu penso demais varias coisas e naum vou muito bem com o povo do colegio e naum consigo me adaptar e e o neurologista falo que tudo indica q sim mais os meus familiares naum acreditam muito
    como eu posso fazer para que isso aconteça?


    brigado

  • #4

    Tífane (lunes, 22 diciembre 2008 16:42)

    Oi estou fazendo um trabalho sobre altas habilidades, adorei o material se possivel me enviem algo mais sobre o assunto, grata desde já!

  • #5

    danielle de freitas fonseca (jueves, 15 enero 2009 20:01)

    olá,
    estou fazendo um estudo de mestrado sobre identificacao de supedotados. Gostaria de receber algum material recente.
    obrigada

  • #6

    idenilde (viernes, 30 enero 2009 06:46)

    Adorei, os conhecimentos de AHS. Estou fazendo um projeto nesta area gostaria de mais atividades neste assunto. Obrigada

  • #7

    Dra. cristina moraes (martes, 10 febrero 2009 10:08)

    Olá
    Por falta de tempo não coloquei mais materiais. O que faço agora. Obrigada a todos vcs. que leram e que desejam saber mais sobre esse tema maravilhoso e fascinante.
    Dra. Cristina Moraes

  • #8

    cristina (martes, 10 febrero 2009 10:14)


    ABAHSD - Associação Brasileira para Altas Habilidades/Superdotados
    Resumo :
    Apesar de documentos legais que reconhecem alunos com capacidade acima da média na população escolar o que, muitas vezes, chega à prática dos profissionais da educação são conceitos desligados de concepções, relativamente vagos, pesados de mitos que as produções científicas estão derrubando. Ressignificar as concepções e conceitos sobre altas habilidades / superdotação é de suma importância sobretudo quando se admite que qualquer prática educativa deve sempre partir de um referencial teórico. Superdotação é um conceito que serve para expressar alto nível de inteligência e indica desenvolvimento acelerado das funções cerebrais. Desde a década de 80 surgem novas teorias sobre inteligência que vêm ampliando nossa visão sobre altas habilidades; a partir da década de 90, as pesquisas cognitivas foram enriquecidas com o desenvolvimento das ciências neurais. A Teoria da Desintegração Positiva de Dabrowski , o modelo Diferenciado de Superdotação e Talento de Gagné , o Círculo dos Três Anéis de Renzulli , o modelo das Inteligências Múltiplas de Gardner e o modelo WICS de Sternberg são estudos que se destacam. São modelos diferentes que não se excluem,mas se completam. Algumas alternativas para inclusão escolar destes alunos são: Atividades extracurriculares organizadas na própria escola, Sala de Recursos, Modelo de Enriquecimento Escolar (SEM) de Renzulli e Centro para Desenvolvimento do Potencial e Talento (CEDET) idealizado pela psicóloga Zenita Guenther.

  • #9

    cosminhacatundaborges@hotmail.com (martes, 24 marzo 2009 11:24)

    Estou escrevendo um artigo sobre inclusão dos alunos com altas habilidades, gosteria de receber sugestoes sobre o assunto, ou mesmo outros temas dentro das alatas habilidades, pois estou pensando de mudar meu tema, pq está sendo dificil encontrar assunto sobre o mesmo.

  • #10

    Rosilene Macambira (jueves, 16 abril 2009 11:09)

    gostaria de receber material, livros, revistas sobre Altas Habilidades Superdotação e Talentos.

  • #11

    Zena Pires (jueves, 16 abril 2009 13:59)

    Meu neto tem 6 anos, a pedido do pediatra passou por uma bateria de testes e foi considerado com Altas Habilidades. Em um das áreas, obteve 148. E a média ficou entre 136 a 148.Infelizmente, vivemos no Brasil e não se dá o devido valor a essas habilidades, ao contrário dos países desenvolvidos, onde o indivíduo com essa perfomance é visto com bons olhos... Tenho lido muito sobre o assunto e passei a me interessar por fontes que me deem mais informações. Além do meu neto, tenho um irmão (já falecido) e um sobrinho com tais habilidades. Este, inclusive, acabou de ganhar o dítulo de DOUTOR aos 29 anos (TESE EM ROBÓTICA)e já fez nova prova para o pós-doutorado ficando em 1º lugar. A princípio, acredito que seja algo genético. é muita gente na família inteligente, né?
    Quaiquer informações, coloco-me à disposição.Estou enviando o email do local onde trabalho, só eu recebo. Eis o endereço eletrônico:
    processoseletivo@uvv.br

  • #12

    eneluce (domingo, 19 abril 2009 14:44)

    muito bom o material, pois dá uma visão geral sobre o tema AH/SD, o que desperta nas pessoas a busca e curiosidade sobre o assunto.
    Atualmente estou estudando sobre o tema e tais abordagens me interessam muito.

  • #13

    dra.cristina moraes (jueves, 23 abril 2009 18:28)

    Amados e amadas
    Obrigada por visitarem meu site.Maiores esclarecimentos escrevam diretamente a mim.Dra.Cristina motaes@yahoo.com.br ou marque uma hora no meu consultorio 24-33618103. Faço consultars reais e virtuais. Virtuais faço por MSN e por telefone.Msn kripsafro@hotmail.com

    No aguardo
    Dra. Cristina moraes
    psicanalista e
    mestra em psicologia

  • #14

    cristina lucia silva dos santos moraes (jueves, 23 abril 2009 18:34)

    ABAHSD - Associação Brasileira para Altas Habilidades/Superdotados
    Resumo :
    Apesar de documentos legais que reconhecem alunos com capacidade acima
    da média na população escolar o que, muitas vezes, chega à prática
    dos profissionais da educação são conceitos desligados de
    concepções, relativamente vagos, pesados de mitos que as produções
    científicas estão derrubando. Ressignificar as concepções e
    conceitos sobre altas habilidades / superdotação é de suma
    importância sobretudo quando se admite que qualquer prática educativa
    deve sempre partir de um referencial teórico. Superdotação é um
    conceito que serve para expressar alto nível de inteligência e indica
    desenvolvimento acelerado das funções cerebrais. Desde a década de 80
    surgem novas teorias sobre inteligência que vêm ampliando nossa visão
    sobre altas habilidades; a partir da década de 90, as pesquisas
    cognitivas foram enriquecidas com o desenvolvimento das ciências
    neurais. A Teoria da Desintegração Positiva de Dabrowski , o modelo
    Diferenciado de Superdotação e Talento de Gagné , o Círculo dos
    Três Anéis de Renzulli , o modelo das Inteligências Múltiplas de
    Gardner e o modelo WICS de Sternberg são estudos que se destacam. São
    modelos diferentes que não se excluem,mas se completam. Algumas
    alternativas para inclusão escolar destes alunos são: Atividades
    extracurriculares organizadas na própria escola, Sala de Recursos,
    Modelo de Enriquecimento Escolar (SEM) de Renzulli e Centro para
    Desenvolvimento do Potencial e Talento (CEDET) idealizado pela
    psicóloga Zenita Guenther.
    
---

  • #15

    cristina lucia silva dos santos moraes (jueves, 23 abril 2009 18:41)

    Rosilene macambira
    Para conseguir receber livros sobre superdotação gratuitamente escreva ao mec e a Associação brasileira para superdotados
    bjs
    Dra.Cristina moraes

  • #16

    cristina lucia silva dos santos moraes (jueves, 23 abril 2009 18:46)

    Zena Pires
    Lindissimo seu relato
    Se precisar de ajudar estamos aqui no tel.33638103 (24)
    Parabens para o pos doutor .
    Obrigada por sua participação

    Dra. Cristina moraes
    Psicanalista
    mestrea em psicologia
    doutoranda em Educação (Chile)

  • #17

    IZABETH ALMADA/Belém (jueves, 07 mayo 2009 07:40)

    Obrigada por essas informações,especificamente pelas indicações dos filmes.Estou fazendo um curso e esses relatos me ajudaram muito.
    obrigada!!!!!!!!!

  • #18

    cristina lucia (jueves, 07 mayo 2009 22:57)

    Izabet
    Obrigada por sua participação

  • #19

    dra.cristina moraes (jueves, 07 mayo 2009 22:59)

    Olá a todos
    Errei uma letrinha no meu email.Perdão.
    Vai o email correto

    dra.cristinamoraes@yahoo.com.br

  • #20

    Cristina Lemos (martes, 19 mayo 2009 08:44)

    Tenho uma filha de 8 anos que está no 5º ano do ensino fundamental. Ela sempre apresentou características diferenciadas de outras crianças da mesma idade. Aos 2 anos já conhecia letras e números, com 3 já lia corretamente e apresenta uma capacidade de compreensão incomum. Mas infelizmente os educadores não estão preparados para lidar com tais crianças. venho pesquisando algumas coisas e achei seu artigo bem esclarecedor. Sempre estimulei seus conhecimentos mas de forma bem natural. Ocorre que este ano ela vem encontrando alguns problemas de relacionamento na escola, pois como ela é bastante alta os colegas não percebiam a diferença de idade, mas agora, passaram a discriminá-la, dizendo que ela é "pirralha", "bobinha". Tenho conversado com ela dizendo que problemas de relacionamento são comuns, para enfatizar as habilidades diferenciadas e ela não se sentir diferente. Parabenizo pelos esclarecimentos trazidos em seu texto.

  • #21

    paulo jones (martes, 16 junio 2009 09:41)

    Lamento nossa Bahia não levar assuntos de inclusão com seriedade, os infradotados e de altas habilidades esencontram-se nas salas sem o devido apoio, em nome da "inclusão social", profissionais sem o devido conhecimento, e pior sem denunciar o descaso, não comunicam nem denunciam os problemas, as dificuldades, e os alunos passam pela escola sem ajuda tecnica-psicologica-pedagogica e muitas vezes de saude, correta, há apenas uma escola que esta disponivel para desenvolver trabalhos, no sistema Estadual, e é muito pouco divulgado, além de insignificante para o que é nossa realidade, não contribuindo para o que desejamos de qualidade e eficiencia na educação, principalmente o apoio publico na área, gostaria de receber material, comunicados e trabvalhos sobre o assunto, e como colaborar e participar de trabalhos e eventos sobre ah, estive em contato com o Dra. ricardo Chemas, em reunião na OAB, na tentativa inclusive de novos trabalhos e implantação de uma fundação e não foi adiante, ou pelo menos não soube se conseguiram algo formal, lamento mas educação neste pais, não é tratado como deveria, e em especial os dotados de habilidades.
    agradeço.

  • #22

    diany (sábado, 20 junio 2009 15:45)

    por favor mande trabalhos ou artigos referentes a este assunto por favor desde ja agradeco

  • #23

    eliana (domingo, 23 agosto 2009 08:31)

    gostaria de receber todo o tipo de informação sobre o assunto (livros, revistas , filmes, documentários , etc) pois estou me especializando nessa área.

  • #24

    Marcia Raika (miércoles, 23 septiembre 2009 18:45)

    Adorei estas informações sobre alunos com altas habilidades/superdotação, pois acrescentou ao conhecimento que já possuo. Atualmente estou realizando uma pesquisa sobre a inclusão de alunos com altas habilidades/superdotação nas escolas regulares no meu município (TE)e gostaria de receber e trocar informações sobre essa temática, que é bastante significativa para a educação especial/inclusiva.

  • #25

    Samara (viernes, 25 septiembre 2009 20:00)

    Olá Parabéns pelo Tema, é algo que me chama muito a atenção!Se possível gostaria de receber por e-mail material sobre ltas abilidades,etou fazendo meu tcc sobre isto. Obrigada!

  • #26

    vanilza (lunes, 19 octubre 2009 21:14)

    Adorei o conteudo,tenho uma filha que com 1 ano e meio conhecia as vogais e algumas letras do alfabeto,aos 2 ja contava ate 10 e sabia o nome de varias cores ,hoje aos 3 anos escreve o proprio nome ,o meu e o do pai,tenho procurado ler sobre o tema,mas confesso que as vezes fico sem chao diante da curiosidade dela.

  • #27

    Andréa Pacheco dos Santos (viernes, 30 octubre 2009 08:49)

    Moro na Bahia e não sei onde encontro um especialista que identifique uma pessoa com altas habilidades.
    Suspeito que eu e meu filho de 7 anos temos características de altas habilidades.
    Como fazer para identificar?Tem algum tipo de teste?
    Desde já agradeço, Andréa.

  • #28

    Andréa Pacheco dos Santos (viernes, 30 octubre 2009 08:51)

    Meus contatos são: pandreacristina@yahoo.com.br
    pandreasantos@hotmail.com

  • #29

    Thatiana Oliveira (jueves, 12 noviembre 2009 05:33)

    Nossa, gostei bastante do conteúdo. Me ajudou bastante a fazer um trabalho de Ed. Especial. Tenho uma irmã de 4 anos, ela fez uma bateria de exames, e o médico disse que ela tem altas habilidades. Como eu poderia identificar ou coisa do tipo? Gostaria que me enviassem resposta.
    Grata pela compreensão *-*

  • #30

    dra.cristina moraes (viernes, 20 noviembre 2009 10:17)

    Thatiana

    Onde vc. mora? Esse diagnóstico é feito em consultório especializado. O meu fica na rua Wuinston Maruca 163 - Jacuacanga. tel-33638103 e 99647339.

    um abraço
    Dra. Cristina

  • #31

    Janaína Freitas (miércoles, 25 noviembre 2009 09:22)

    Estou com projeto para me tcc sobre altas habilidades. Sei que é um assunto nao muito explorado e gostaria de ter acesso a uma grande quantidade de material de pesquisa para fazer um excelente trabalho.Vcs poderiam me indicar autores e fontes de estudo.Muito obrigada

  • #32

    Gisleida Gouvêa (domingo, 13 diciembre 2009 23:14)

    Esta especialidade é bastante ignorada no meio da educação. E o acesso aos profissionais sobre o assunto
    são dificeis e caros. E as crianças que tem estas habilidades, são ignoradas e não entendidas nas
    escolas vindo a repetir da ano. Tenho um caso na
    familia.
    Estou a procura de ajuda.


  • #33

    dayana (miércoles, 16 diciembre 2009 20:41)

    Olá, tenho uma filha de 5 anos q começou a ler
    aos 3 anos, já foi comprovada altas habilidades
    mas a escola não permiti q matricule ela no 2°
    ano o que faço?
    ela completara 6 anos em maio.
    espero resposta:(dayalmeida07@yahoo.com)
    Grata.

  • #34

    rosangela (martes, 19 enero 2010 07:00)

    Meu filho está com 5 anos, fez todas as avaliações psicológicas e no contexto escolar fiz a matrícula na 1º serie Ens. Fun. mas tem condições de acompanhar uma segunda série. Como fica a parte legal? è possivel avançar ?

  • #35

    Lúcia (miércoles, 03 febrero 2010 13:46)

    Olá. Iniciei o atendimento aos alunos com altas habilidades no ano de 2009, na sala de recursos inaugurada na cidade de Araucária/Paraná. Gostaria de idéias quanto a planejamento de atividades.
    Estou lendo alguns livros, mas há poucos com a prática,como o livro "Toc Toc Plim Plim". Como trabalhar na sala de recursos com alunos com altas habilidades?
    Gostei muito do texto, parabéns!
    Obrigada. Lúcia

  • #36

    Madalena (miércoles, 24 febrero 2010 19:24)

    Olá!Eu gostaria muito de receber material falando sobre altas habilidade, entre esses, instrumentos pedagógicos que possam subsidiar meu trabalho.
    Obrigada!

  • #37

    zelina (lunes, 29 marzo 2010 22:45)

    Como e quais testes poderiam ser aplicados especificamente na área psicomotora p diagnosti
    car altas habilidades.?

  • #38

    Verônica (sábado, 03 abril 2010 08:17)

    Gostei muito de conhecer esta página que nos mostra como trabalhar com crinaças pordatoras de deficiências especiais, pois sou estudante de especialização em adentimento especializado, assim me espero pesquisar mais e apreender com vocês.Gostaria de receber material que eu possa trabalhar com meus alunios.

  • #39

    ROSANGELA MARINHO (domingo, 18 abril 2010 21:05)


    ESTOU FAZENDO UM CURSO A DISTANCIA SOBRE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO E NESTE MÓDULOESTOU ESTUDANDO SOBRE ALUNOS COM ALTAS HABILIDADE/SUPERDOTAÇÃO E ESTE MATERIAL MUITO ME AJUDOU A SANAR ALGUMAS DÚVIDAS DE COMO LIDAR COM ESTE TIPO DE ALUNO, UMA VEZ QUE NA NOSSA FORMAÇÃOINFELISMENTE NÃO FOMEOS PREPARADOS PARA TRABALHAR AS DIFERENÇAS DE MANEIRA DIFERENCIADA.

  • #40

    Cristiane Alves (viernes, 30 abril 2010 22:10)

    ME CHAMO CRISTIANE, ESTUDANTE DE PSICOLOGIA E ESTOU FAZENDO UM TRABALHO SOBRE AJTAS HABILIDADES. O MATERIAL É MUITO BOM, ESCLARECE E NOS DAR SEGURANÇA PARA FALARMOS DE FORMA MAIS APROPRIADA SOBRE O ASSUNTO.
    PARABÉNS!

  • #41

    Jéssika (martes, 04 mayo 2010 18:57)

    Gostaria de receber materiais, ou indicações de lvros sobre o assunto pois meu projeto ´fala sobre a superdotação.

    Att.: Jéssika

  • #42

    Milene BArbosa Alves (viernes, 07 mayo 2010 14:25)

    Boa tarde!

    Joana e Debora,sou estudante do curso de Pedagogia(UFT) estou fazendo um seminario sobre altas habilidades. Gostaria de receber mais informação dessa temática.
    Desde já agradeço.
    Milene.
    milenenena@hotmail.com

  • #43

    rita (lunes, 17 mayo 2010 17:48)

    estou fazendo um trabalho sobre altas habilidades/superdotaçao e TDAH este conteudo mi ajudou bastante.

    boa noite.....

  • #44

    con (sábado, 29 mayo 2010 20:24)

    lyahflavia@hotmail.com

  • #45

    Claudia Gonzalez (sábado, 05 junio 2010 20:19)

    Fiquei muito interessada neste trabalho, tanto que usei como fonte de pesquisa para a disciplina de Ed. Especial da minha faculdade. Muito rico em detalhes e esclarecedor!!! Parabéns às organizadoras!!!

  • #46

    regina (miércoles, 09 junio 2010)

    material p o curso..preparo

  • #47

    semirames elizabeth basto brasileiro alves (martes, 06 julio 2010 13:56)

    gostaria de maiores informações sobre AH/SD

  • #48

    Elaisse (miércoles, 14 julio 2010 15:03)

    Olá! Parabéns pela iniciativa, bem como pelas contribuições. Sou especialista em Altas Habilidades/Superdotação, especializanda em AEE e gostaria de receber outras fontes de pesquizas e ou relatos de experiências para que JUNTOS possamos otimizar as oportunidades para os educandos com AH/SD.
    Abraços afetuosos.

  • #49

    Jefferson (sábado, 28 agosto 2010 13:34)

    Bem, Comecei a ler e escrecer aos três anos de idade, minha oralidade era insígine para os meus três anos, tanto que me lembro que meu tio pensava que eu era um homem em um corpo de criança.
    Eu ainda não sei a minha pontuação, mas desejo saber. Qual é o mehor caminho e onde posso encontrar uma clínica especializada nesse seguimento em Santo André.
    Se alguèm souber poste tal informação no meu e-mail: jefferson16@ibest.com.br

    Obrigado

  • #50

    Inês Freder (lunes, 20 septiembre 2010 12:39)

    Oi, gostei das dicas. Sou Pedagoga do PR , trabalho em colégio público no paraná e estou pesquisando sobre AH/SD. Gostaria de receber mai informações.
    Desde já agradeço.

  • #51

    Ricardo (martes, 21 septiembre 2010 23:02)

    Boa noite!!
    Muito boa material, gostaria de receber mais informações, estou com uma criança de 4 anos, com todas as características.
    Obrigado

  • #52

    Eni Souza (viernes, 01 octubre 2010 13:53)

    Boa tarde .
    Trabalho na Secretaria de Educação de Cachoeiro de
    de Itapemirim ,como pedagoga ,e estou atuando o
    no setor de Educação Inclusiva.(Altas Habilidade
    Solicito alguns materias para dar formação para
    os profesores

  • #53

    semirames Elizabeth basto brasileiro (martes, 05 octubre 2010 15:47)

    GOSTARIA DE DE RECEBER MAIS INFOMAÇÕES SOBRE ALTAS HABILIDADES,ESTOU ESTUDANDO SOBRE ESSE ASSUNTO. AHEI OTIMO O SAEU CONTEUDO, MAIS COMO PRATICAR AS ATIVIDADES COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL.

  • #54

    Simone (lunes, 18 octubre 2010 20:23)

    Meu filho conhece o alfabeto completo, números, formas e cores desde 1 ano e 9 meses. estou perdida agora ele está com 2 anos e 7 meses, eu parei de estimulá-lo por que me falaram que não seria bom para ele, mas a pouco tempo eu tentei ensina-lo a ler algumas sílabas e ele pegou na hora e agora está tentando ler. Ele entrou na escola a 2 meses e a diretora disse que é para esperar, que é cedo para dizer se ele é superdotado, mesmo porque uma das características deles é que ele já teria saído precossemente das fraldas. Me ajudem, o que faço, para onde vou?

  • #55

    Adriana (martes, 19 octubre 2010 09:53)

    Olá comecei a integrar um grupo de apoio ao aluno superdotado, tenho pouco conhecimento nessa área, gostaria de receber materiais de estudo. Obrigada

  • #56

    Claudiane Pigosso (miércoles, 27 octubre 2010 17:49)

    Olá, estou realizando um trabalho de pesquisa na pós em Psicopedagogia, da Fundação Santo André, a respeito de superdotação e as dificuldades do professor em sala de aula em identificar alunos com altas habilidades. Gostaríamos muito de receber materiais para que possamos terminar nossa pesquisa. Obrigada. Claudiane

  • #57

    Iris Tebaldi (jueves, 11 noviembre 2010 12:01)

    Olá.
    Sou aluna de psicologia e gostaria de saber que tipo de atuação o psicologo clínico deve ter no caso de superdotação. Qual é a melhor técnica? Qual seria a melhor corrente teórica para terapia? Existe algum material que eu possa ler? Agradeço a ajuda. Iris.

  • #58

    laurete (domingo, 21 noviembre 2010 17:57)

    onde posso fazer esse curso de alta habilidade morando em Vitória do Es

  • #59

    Carla (miércoles, 24 noviembre 2010 21:17)

    Quinta-feira 25de novenbro de 2010
    Boa noite!
    Eu estou fazendo um trabalho sobre altas habilidades, adorei o material se possivel me enviem algo mais sobre o assunto, grata desde já!
    amizade.carla@gmail.com

  • #60

    PROFESSOR CALOI (sábado, 08 enero 2011 10:38)

    Olá, parabéns, gostaria de fazer alguma especialização ou curso sobre altas habilidades, vc pode me ajudar com algum endereço ....obrigado.

  • #61

    Soraia Areb (martes, 11 enero 2011 14:10)

    olá, estou fazendo minha especialização em altas habilidades/superdotação e chegou o momento de fazer o artigo e escolhi o falar sobre a identificação dessas crianças seus resumos, dicas de leituras e comentários me ajudaram muito. bjs!

  • #62

    Rita Soriano (jueves, 03 febrero 2011 06:11)

    Parabéns pela materia, estou estudando o assunto. Sou professora de AEE- Atendimento Educacional Especializado, e gostaria de Saber mais sobre Altas habilidades/Superdotação: como identificá-las, as principais características, exemplos de atividades suplementar... Abraços Rita Soriano

  • #63

    simone linhares (martes, 01 marzo 2011 18:43)

    sou acadênica do curso de pedagogia e hoje fazendo minha pesquisa fiquei maravilhada com o artigo de altas habilidades, um assunto que deve ser mais divulgado e explorado pois é maravilhoso o conhecimento do mesmo.

  • #64

    GEILA (viernes, 22 abril 2011 18:32)

    Gostei muito do que vi estou fazendo um trabalho pra faculdade e tudo isso vai me ajuda muito.Gostaria de recebe mais isformações a respeito.Desde já agradeço a atenção.
    GEILA DIAS

  • #65

    Damarci sousa (jueves, 12 mayo 2011 12:26)

    Parabéns o texto é ótimo.

  • #66

    Patrícia Praia (viernes, 13 mayo 2011 19:06)

    Tenho um filho que apresenta características de crianças com altas habilidades. Gostaría de saber se é preciso um diagnóstico por escrito de um psicopedagogo para se conseguir um currículo diferenciado na escola?Pois a única solução que a escola me apresenta é avança-lo e isso eu não quero. Obrigada.

  • #67

    semirames elizabneth basto brasileiro alves (miércoles, 18 mayo 2011 14:31)

    gostaria de sugestões para trabalhar com: matemática, português. ciências e artes.

  • #68

    suzana (miércoles, 01 junio 2011 07:52)

    Achei interessante as informações, considero completas e gostaria de saber se posso utilizá-las no meu trabalho, citando obviamente a fonte?

  • #69

    ines (domingo, 05 junio 2011 13:56)

    ines material bom para vc,abcos Bete

  • #70

    Neuma Lima Dias (lunes, 20 junio 2011 21:00)

    Tenho uma filha de 05 anos e 01 mês que começou a ler aos 3 anos e 09 meses, tem o raciocínio muito lógico, e opiniões muito próprias, instinto de liderança, dentre outras características encontradas na literatura referentes a uma possível superdoção. Gostaria de saber como me inteirar mais sobre o assunto e me gabaritar a manter cada vez mais o estímulo dela pelo aprendizado, para que não caia no desinteresse

  • #71

    Joana D 'Arc (viernes, 01 julio 2011 01:38)

    Tenho um sobrinho que está com 2 anos e 8 meses atualmente. Cerca de 1 ano atrás ( portanto ele tinha 1 ano e 8 meses )seus pais tiveram que fazer uma viagem curta e o deixaram aos cuidados de uma tia , que goza de seu carinho e atenção , porém ela tem uma filha aproximadamente 1 ano mais velha que ele e que ela a deixa na creche. Como eles iriam sair de madrugada p/ viajar , eu fui ficar com ele em sua casa , até ela chegar depois p/ tomar conta dele. Quando ele acordou e sentiu a ausência dos seus pais , quis chorar e , p/ fazê-lo esquecer e distraí-lo , brinquei e dei-lhe atenção durante um certo tempo. Quando me decidi ir embora e o comentei verbalmente , ele dizia desesperadamente : _não pode ! _ Não pode ! e pasme!!! Ele correu até a porta da sala( normalmente a mais utilizada p/ entrada e saída das pessoas da casa e das visitas ) , abrindo os braços e as pernas , como que impedindo minha passagem e continuando a proferir as palavras "não pode !." Concordei em aguardar mais um pouco antes de ir embora. O meu carro estava no interior da residência e quando novamente cogitei em ir embora , ele teve , novamente e quase de imediato , a mesma reação anterior , ou seja , se postou diante da porta do motorista do meu carro ,com braços e pernas abertos , como que impedindo-me de entrar no carro e ir embora , demonstrando um raciocínio lógico e rápido.
    Cerca de 10 meses depois desse episódio , sua mãe apenas comentou , num grupo de várias pessoas , que aquele dia era o aniversário de seu tio (tio da mãe dele )sem mencionar que não haveria festa e nem bolo e ele ,dirigindo-se ao grupo , disse : _ No meu aniversário quer boia , ou seja , queria bolo.Logo , deduzimos que assim que ouviu tal comentário , rapidamente ele associou aniversário com festa ,bolo ,etc. e que como no do tio não houve , ele já aproveitou a oportunidade p/ dizer e deixar bem claro de que no dele , ele iria querer . Ele é ruim para beber remédio e como agora ele adoeceu e foi diagnosticado pelo pediatra , com sinusite , consequentemente ele teria que tomar antibiótico . Ele não só se recusou , verbalmente , a tomá-lo como também foi saindo do interior da casa , pela porta da cozinha e tentando fechá-la. Perguntei-lhe o porquê dele estar fechando a porta e ele então me respondeu :_ porque não iria tomar o remédio . Novamente me espantou sua reação , pois poderia até esperar que ele se negasse a beber o remédio e que tentasse , de repente , se esconder atrás de um móvel qualquer ou até mesmo num dos outros cômodos da casa , mas ele quis trancar a porta para impedir-me de ir atrás dele dar-lhe o remédio. Diante desses fatos que aqui relatei , gostaria de saber se os mesmos podem ser interpretados como sinais de altas habilidades/superdotação ( do tipo intelectual ). No caso de ser afirmativo ,a que testes devemos submetê-lo , onde e quando , quais estímulos e motivações devemos fornecer a ele p/ desenvolvermos de forma educativa e gradual, respeitando sua idade cognitiva e cronológica , visto que ele ainda não está frequentando uma escola. Fui professora do ens. fundamental ( do sexto ano ao primeiro ano do ens. médio )e , cheguei a detectar e encaminhar alguns casos de alunos ah/sd e de alunos portadores de necessidades especiais , comprovados após entrevistas e testes aplicados pela equipe de profissionais competentes , criada e designada pela Secretaria Estadual de Educação do Mato Grosso do Sul. Atualmente estou aposentada e gostaria , por favor , de obter sua opinião através do email joanaferreira2003@hotmail.com . Sem mais , meus agradecimentos ,
    Joana

  • #72

    Mone (miércoles, 06 julio 2011 09:56)

    Olá, estou fazendo uma capacitação para salas multifuncioinal...tenho que fazer um artigo sobre Altas habilidades, gostaria de receber sugestões e material.Obrigado!!

  • #73

    Viviane (viernes, 29 julio 2011 12:23)

    Sempre suspeitei que meu esposo tinha altas habilidades.De acordo com o que li só confirmei, no entanto não sei como ajudá-lo pois desde criança sempre foi rotulado como "sabe tudo" que ele acabou desenvolvendo uma vergonha de ser assim.Como posso ajudá-lo?Toda vez que elogio ele procurando valoriza-lo ele sempre acha que estou zombando.Infelizmente ele não terminou nem o segundo grau porque seus professores e amigos achavam que ele queria se amostrar, no entanto ele tem um nível de conhecimento muito elevado em vários assuntos, mas não se formou em nada pq sua mãe dizia que seus conhecimentos não serviam para nada.Qdo criança ele queria ser cientista. Se puder me orientar eu agradeço.

  • #74

    DAISY (martes, 02 agosto 2011 06:37)

    Tenho um filho com indicios de altas habilidades, a quem recorrer para tirar tal dúvida? já passou pelo psicologo q disse q ele tem a idade mental de 7 anos e meio isso qdo ele tinha 5 anos e 9 meses, mas há 3 meses evita me dar tal laudo.
    Se puder me orientar eu agradeço.

  • #75

    EDUARDO OLIVEIRA DOS SANTOS (sábado, 13 agosto 2011 11:03)

    Boa tarde eu gostaria de saber se ha alguma formula de eu ficar mais inteligente,tipo ser um super dotado de inteligencia e sabedoria e conhecimento em diversas areas e materias pois ainda estou estudando,e ta dificil eu asimilar os assuntos pois sao muitos e de altas complicaçoes para me os professores sao bons.A dificuldade esta em minha pessoa como voçes podem me ajudar por favor fico grato que Deus os abençoe a todos,e familiares com todas as sortes de bençaos pois a palavra de Deus diz que o que o homem plantar isso ele colherar por isso veja bem a semente que voçes estao platando grato.OBS o meu email e edupa04@hotmail.com .

  • #76

    Rosane (domingo, 21 agosto 2011 17:41)

    Acabei de descobrir, há uma semana exatamente, que meu filho temaltas habilidades. Gostaria de ter certeza disto e praciso saber quais testes são aplicados para a detecção segura.

  • #77

    camila rosa (martes, 23 agosto 2011 19:36)

    Gostaria de saber se existem atividades ou teste que possam nos auxiliar a detectar se uma criança é habilidoso ou superdotado. Obrigada.

  • #78

    Luciene Amaral (miércoles, 07 septiembre 2011 17:57)

    TENHO UM FILHO COM 3 ANOS E 4 MESES QUE JÁ ESTÁ TOTALMENTE ALFABETIZADO, DESDE OS 2ANOS.
    ESTÁ MATRICULADO NO MATERNAL, MAS ESTÁ PERDENDO O ENTUSIASMO PELA ESCOLA. GOSTARIA DE SABER O QUE FAZER PARA AJUDA-LO A SE DESENVOLVER E AO MESMO TEMPO APROVEITAR A INFANCIA COMO UMA CRIANÇA DE 3 ANOS.
    OBRIGADA!

  • #79

    andrea (jueves, 22 septiembre 2011 10:26)

    Meu filho tem caracteristicas de superdotado. Moro no ES/Guarpari. Onde posso procurar e leva-lo, para que eu possa confirmar esta suspeita.

  • #80

    carmen noé (lunes, 26 septiembre 2011 09:33)

    meu filho de 10 anos apresenta caracteristicas de anciedade e altas habilidade.
    tem acompanhamento com psicóloga, a qual sugeriu testes específicos.
    muito inteligente. a quem recorrer??
    tem pelo estado - SP.? não está tomando remédio.

  • #81

    Carlene (martes, 27 septiembre 2011 22:20)

    Tem alguma especialização on line em AH/Sd? Moro em Manaus?

    carlenemartins@hotmail.com

  • #82

    sandra (viernes, 14 octubre 2011 16:00)

    gostaria de saber se tem algum material que fala das caracteristicas do desenvolvimento cognitivo e psicomotor da criança superdotada dos 3 aos 10 anos de idade.

  • #83

    thais (lunes, 31 octubre 2011 11:56)

    porcaria

  • #84

    KARLA SUYANNY (viernes, 11 noviembre 2011 11:22)

    OBERIGADA PELAS INFORMACOES A RESPEITO DO ASSUNTO ESTAA

  • #85

    Acsa (viernes, 16 diciembre 2011 13:53)

    Boa Tarde
    Meu nome é Acsa da Penha Malaquias tenho 26 anos e tenho um filho de 2 anos.
    Ele sabe:
    O alfabeto todo de traz para frente de frente para traz.
    Escreve os numeros ate quanrenta e le os numeros ate cem.
    Se intereça muito por numeros, letraz e musica sem o insentivo de ninguem.
    Efim gostaria de saber de uma escola de super dotados para eles faserem uma
    avaliaçao como meu filho e poder ter o acompanhamento de um psiquiatra.
    Nao sei onde procurar tao pouco sei o que fazer, so nao quero colocar
    meu filho em uma escola normal e ele regredir seu aprendisado preciso
    de ajuda do endereço de uma escola para meu filho, sei que tem uma em nova
    lima ou bh mas nao tenho o indereço.
    ATT: Acsa

  • #86

    ÉRICO FERRAZ (jueves, 05 enero 2012 16:33)

    SOU BIPOLAR E TENHO ALTA HABILIDADE COM MATEMÁTICA E APRESENTO AS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS, ALEM DA MUDANÇA DE HUMOR E TODA CARACTERISTICA DA DOENÇA.

    · assincronismo;
    · busca de soluções próprias para os problemas;
    · capacidade desenvolvida de análise, avaliação e julgamento;
    · concentração prolongada numa atividade de interesse;
    · consciência de si mesmo;
    · criatividade;
    · desgosto com a rotina;
    · gosto pelo desafio;
    · habilidade em áreas específicas;
    · independência de pensamento;
    · interesse por assuntos e temas complexos, idéias novas e por várias atividades;
    · leitura onívora;
    · liderança;
    · memória desenvolvida;
    · pensamento abstrato;
    · persistência ante dificuldades inesperadas;
    · precocidade motora e verbal;
    · precocidade na leitura;
    · produção ideativa;
    · rapidez e facilidade de aprendizagem;
    · relacionamento de informações e associações entre idéias e conhecimentos;
    · sensibilidade aos problemas sociais e aos sentimentos dos outros;
    · senso de humor desenvolvido;
    · tendência a associar-se a pessoas mais velhas;
    · tendência ao perfeccionismo;
    · vocabulário avançado, rico e extenso em relação aos seus pares.

  • #87

    Joanice (miércoles, 11 enero 2012 16:05)

    Muito útil as informações contidas no site, gostaria de receber mais informações a respeito do tema, como as dificuldades dos pais, professores e portadores de altas habilidades

  • #88

    Silvania (domingo, 04 marzo 2012 19:52)

    Eu gostei muito. Gostaria de conhecer alguns projeto que e desenvolvido com esses alunos.

  • #89

    marlene (lunes, 02 abril 2012 12:11)

    O que fazer qual o procedimento do de alunos com Altas habilidades.
    Obrigada

  • #90

    Rachel (lunes, 09 abril 2012 21:27)

    Dra. Cristina Moraes, não estou conseguindo enviar-lhe um e-mail. Acho que o e-mail que a senhora informou está errado ou não existe mais. Por favor, a senhora poderia nos passar seu endereço de e-mail novamente?
    Obrigada.

  • #91

    Andréa (jueves, 12 abril 2012 00:23)

    Aos dez anos de idade, eu comecei a ler Machado de Assis, Eça de Queiroz, e todos os livros do meu pai, com a ajuda de um dicionário. Eu ia procurando as palavras cujo significado eu não conhecia, para poder ler aqueles livros. Os livros passados pelos professores para a minha faixa etária eram da Coleção Vaga-Lume! Hoje tenho trinta e quatro anos e tenho diversos contos, peças de teatro, livros infantis e romances, alguns escritos em parceria com minha irmã gêmea Natália. Adoro fazer exercícios de literatura comparada e fui a melhor aluna de latim na faculdade, apesar de não ter concluído o curso por problemas pessoais (meu companheiro se viciou em bingo e tive que abandonar a cidade e os estudos. mas tudo bem, me rendeu um de meus melhores contos) e por ter achado, na época, que a faculdade era muito lenta. Atualmente estou refazendo a graduação em Letras, mas agora à distância, para não me amolar com a lentidão das aulas e dos outros alunos, mas também porque tenho agora uma filha e não quero deixá-la em casa para ir levar vida de estudante. Me sinto entediada com uma frequência assustadora. Invento histórias e músicas infantis para a minha filha, mais pela minha necessidade de brincar com as palavras do que para entretê-la, é bem verdade, mas as histórias não ficariam tão boas se não fossem a inspiração que ela me dá. Gosto muito da natureza e criei um grupo voluntário chamado Vila da Árvore com o objetivo de arborizar o subúrbio carioca. Eu liderava esse grupo, mas, depois que a minha filha nasceu, percebi que era a minha liderança que os motivava, de modo que o grupo se desintegrou e eu fiquei bastante frustrada com isso. Na cidade onde moro atualmente, a oferta de empregos é baixíssima, então tive três ideias de negócios em dois anos: uma brinquedolândia, depois uma loja de queijos e licores e, por último, aluguel de bonecos-tema para festas infantis. Os dois primeiros negócios não deram certo, porque escolhi as sócias erradas, o que também vem a provar que nem sempre uma inteligência criativa ou acima da média será garantia de sucesso profissional. Mas uma coisa é certa: quando um empreendimento profissional meu falha por algum motivo, em poucos dias já tenho outra ideia para substituí-lo. E, para escrever, essa minha criatividade e motivação se multiplicam, de modo que qualquer lagartixa que passe, vento que sopre, ou até uma topada que eu leve podem virar um conto ou uma música. Não sou antissocial, até pelo fato de ser gêmea, já nasci sociável. Já fui professora de inglês e meus alunos me adoravam. Tenho aguçada visão de grupo e de justiça (ou por ser superdotada ou por ser libriana, ainda não sei), mas prefiro ficar sozinha, sempre que possível. Conversas rasas me entediam, mas adoro uma novela, se for bem contada. Muitas delas são verdadeiras obras literárias. O preconceito é que as rotula como simples passatempos para donas de casa. Uma das minhas habilidades mais praticadas é a revisão textual, e agora que estou abrindo, com a minha irmã gêmea, uma editora virtual, tenho revisado não só os meus textos e os da minha irmã, mas o de outros autores. As pessoas se admiram com a minha capacidade de revisão, mas, na verdade, eu é que me admiro com a capacidade que elas têm de não enxergar o óbvio em um texto. Brincadeirinha! Não... é sério mesmo. Mas, apesar desse meu talento, ainda não estou rica, porque demorei a enxergar o óbvio na história da minha vida: que eu tinha que seguir o caminho do meu coração, ou seja, me dedicar a escrever. Há sete anos minha irmã me abriu os olhos e, em parceria com ela, que também é escritora, estamos montando nossa editora e livraria virtual. Não sei se sou superdotada, e dizer que apesar de tudo sou superfeliz seria um final elegante ou um pobre trocadilho, então prefiro terminar dizendo que já tive um filho, já plantei uma árvore e já escrevi um livro (muitos diriam que já posso morrer), mas, para mim, o sabor da vida hoje está na criação constante e não nos feitos enterrados (além de escolher melhor as minhas companhias, mas deixa esse assunto pra lá!). Esse é o meu caminho e posso dizer que estou (acabei me rendendo)superfeliz! Espera aí... Ih... Me dei mal!

  • #92

    Giselle (martes, 15 mayo 2012 06:40)

    Gostaria de saber, se um aluno que possui altas habilidades, por consequencia desenvolve manias, tipo toc.
    Desde já agradeço!

  • #93

    Macileia Cristina Souza da Silva (miércoles, 11 julio 2012 08:49)

    Este é o tema da minha monografia...gostaria de receber material sobre o assunto.
    Obrigada!

  • #94

    Adriana (martes, 17 julio 2012 06:17)

    Eu gostaria de saber se existe algum local no Paraná que dê orientações para pais com filhos que possuem Altas Habilidades, pois descobri está semana que meu filho possuí e não sei como lidar com ele. Por favor, mande orientações.
    Desde já agradeço!

  • #95

    Scot (domingo, 22 julio 2012 10:51)

    I just love this site, its amazing and awesome and really speaks to you|I have activated to your rss feed which need to do the trick! Use a nice evening!

  • #96

    ELIANE (lunes, 03 septiembre 2012 13:34)

    Gostei muito da pagina,com textos resumidos explica muito bem o assunto

  • #97

    eliane (martes, 04 septiembre 2012 06:55)

    ola estou escrevendo um projeto sobre altas habilidades ea psicologia. Por gentileza se tiver mterial envie ao meu email litiko@hotmil.com

  • #98

    reberte sá (viernes, 21 septiembre 2012 07:51)

    queria receber mais matérias sobre os alunos com altas habilidades, alias o a assunto que foi proposto e de grande importância, para a educação especial e inclusiva.

  • #99

    narci lescano echeverria de almeida (viernes, 05 octubre 2012 22:58)

    Estou escrevendo meu artigo sobre altas habilidades no curso de pós graduação, por favor mande mais conteúdos sobre o assunto.

  • #100

    adriana r. soares (lunes, 03 diciembre 2012 15:31)

    estou escrevendo um artigo sobre altas habilidades no curso de pós graduação por favor mande mais conteúdos sobre o assunto.

  • #101

    Vera L. T. Fernandes (martes, 08 enero 2013 05:00)

    Estou pesquisando sobre o assunto porque sou formada em Educação Especial e trabalho há mais de 10 anos na área de DM, mas o meu neto com apenas 16 meses já sabia de cor as vogais, e as pessoas que desconhecem o assunto, falavam que estávamos pecando por estarmos forçando antes da hora certa de aprender e que faria mal para ele. Só que quando fiz o curso de E.E vimos as características destas crianças que são consideradas com altas habilidades. Fiz o teste com meu neto e comprovei mais tarde, que ele surpreendia com o que era capaz de fazer. Hoje ele está se interessando não apenas pelo alfabeto inteiro, reconhecendo-o, falando e querendo escrever- na escrita, já faz "garatujas". Mas o que fazer Ele tem interesse mesmo! Está com 1 ano e 10 meses e apesar de gostar de alguns brinquedos, seleciona bola pra jogar com crianças com mais idade do que ele. Preciso de uma orientação para o próximo passo, por favor entrem em contato comigo. Obrigada

  • #102

    Suely (lunes, 18 febrero 2013 06:57)

    Bom dia, desejo obter informações de como proceder diante de um aluno com altas habilidades, caso ele seja oriundo de escola privada?

    Aguardo atenciosamente uma resposta,


    Obrigada.

  • #103

    u=245112 (martes, 30 abril 2013 08:54)

    I just shared this upon Myspace! My pals will really want it!

  • #104

    Waldirene Ribeiro (jueves, 16 mayo 2013 15:50)

    Só quero contribuir com a lista de filmes. Assitam "Matilda" é um filme maravilhoso e verão muitas caracteristicas de altas habilidades nos personagens.

  • #105

    Elza (viernes, 17 mayo 2013 14:39)

    tenho filho de 6anos comprovado com altas habildades e superdotado estou preocupada pois não sei o que? e onde? buscar auxilio pois acho que como mãe tenho que ficar por perto e bem informada para evitar qualquer intervenção desumana acho que na educação o mais dificil vai ser até os 10,12,anos.pois o material que acabei de ler é muito bom,mas preciso de algo nesta fase incial

  • #106

    Tâmara (sábado, 20 julio 2013 21:38)

    Meu filho de 7 anos tem uma habilidade relacionada á leitura.Ele já leu vários livros,quase todos de Monteiro Lobato,e lê dois ao mesmo tempo,.Também é muito criativo,e gosta de fazer experiências que lê na revista ciência hoje das crianças.Ele tem um vocabulário riquíssimo e, muitas vezes seus colegas não entende o que ele fala.O que faço.O colégio não está acompanhando seu desenvolvimento.

  • #107

    Thays (jueves, 07 noviembre 2013 12:43)

    Por favor onde consigo atendimento em SP?? Tenho um filho sofrendo com isso, ele esta sendo diagnosticado com TDAH e tomando Ritalina, mas tem varios indicios de se portador de Altas Habilidades.
    email tatathays@ig.com.br

  • #108

    flavio (martes, 26 noviembre 2013 06:32)

    texto alta habilidsades

  • #109

    Luis Miguel (lunes, 17 febrero 2014 22:53)

    Eu sou superdotado, com QI 209, nao vou as aulas, me formei aos 12 anos de idade em Harvard, terminei o doutorado aos 16 e falo 13 idiomas. A sua resposta é simples: alguns nascem burros enquanto outros nao. Acredito que 98.347% dos que escreveram aqui fazem parte do primeiro grupo.

  • #110

    Rosilene (lunes, 31 marzo 2014 11:54)

    Tenho um filho de 6 anos levei no médico ele está fazendo um tratamento edou ritalina, gostaria de um endereço para fazer testes de altas habilidades, moro no Embu das artes na grande São paulo.
    Desde já agradeço.
    email rosipedao@yahoo.com br

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